quarta-feira, 20 de maio de 2020

AUTOR TENTA PUBLICAR LIVRO SOBRE O BISPO DE MAURA E O CISMA DA IGREJA NO BRASIL


Fortaleza, 20 de maio de 2020

CARTA CIRCULAR AOS AMANTES DA HISTÓRIA, DA LEITURA DO LIVRO IMPRESSO
E AOS BRASILEIROS E BRASILEIRAS EM GERAL

Prezados amigos e amigas,
Paz e Bem!
Venho, pelo presente, propor uma venda antecipada de um livro de minha autoria, sobre DOM CARLOS DUARTE COSTA, também conhecido por BISPO DE MAURA.
Dom Carlos Duarte Costa nasceu no Rio de Janeiro, estudou em Roma, foi vigário Geral da arquidiocese do Rio e bispo de Botucatu- SP. Lutou na Revolução Constitucionalista em São Paulo, lutou contra o Nazismo e o Fascismo no Brasil, mas mesmo assim foi excomungado pelo Papa Pio XII. Após isso registrou, em cartório, a Igreja Católica Apostólica Brasileira – ICAB, conhecida como Igreja Brasileira. Este fato histórico, constitui-se como CISMA na Igreja no Brasil. Dom Carlos foi canonizado pela ICAB, com o título de SÃO CARLOS DO BRASIL.
É deste brasileiro valente e destemido, que meu livro trata. Mas não tenho recursos para publicá-lo, ainda. Para viabilizar a publicação, criei uma VAKINHA na internet. A regra é a seguinte: Quem depositar R$ 30,00 (trinta reais), vai receber em casa, pelos Correios, um livro autografado. E para cada 30 reais depositado, outro livro.
Com esta iniciativa eu não estou pedindo, estou vendendo; não quero dinheiro público, a não ser uma compra para alguma biblioteca. Enfim quero vender. Vender é lícito. Compra quem quer. Eu espero conseguir vender 300 livros em todo Brasil, até dezembro.
A previsão da publicação é para fevereiro ou março de 2021, a depender do número de livros vendidos.
Quem desejar comprar o livro, poderá fazê-lo no seguinte endereço no site da VAKINHA na internet:
Compre um livro e indique a outras pessoas. Ajude-me a realizar este importante empreendimento editorial, assim estará contribuindo com o resgate de nossa história social.
Atenciosamente,

Prof. Dr. Francisco Artur Pinheiro Alves
Prof. aposentado do Curso de História da UECE

terça-feira, 19 de maio de 2020

A MORTE NA CURVA DA ESTRADA

Gilberto Telmo Sidney Marques*

Segunda-feira, dez de abril de 1998, foi um dia particularmente cruel para todos os que compõem a grande família da FECLESC, a querida Faculdade de Quixadá. No início da noite um acidente na estrada arrebatava as preciosas vidas de duas professoras da Universidade Estadual do Ceará. Não eram apenas mais duas professoras Eram professoras na expressão mais ampla do termo. Verônica e Vânia ingressaram na Universidade Estadual do Ceará pela via legítima do concurso público e iniciaram suas carreiras na Faculdade de Quixadá. 
Verônica era fundadora da FECLESC, antropóloga e mestra em Educação. Foram dela a inspiração e a organização da hemeroteca da FECLESC a primeira da UECE e, juntamente com a professora Yvone Cordeiro, trabalhou na construção do projeto do curso de História.
A professora Vânia era pedagoga, mestra em educação também ofereceu uma extraordinária contribuição à FECLESC na condição de primeira coordenadora do curso de Pedagogia. Em dezembro de 1986 na época em que Vânia era contratada, os cursos de Pedagogia, História e Ciências eram cassados pelo antigo Conselho Federal de Educação. Nessa época a comunidade organizou um grande mutirão em defesa da Faculdade de Quixadá. O esforço de alguns professores, da maioria dos estudantes e dos funcionários logrou evitar o fechamento da FECLESC. Em meio às lutas pelo funcionamento da Faculdade e consolidação de seus cursos Verônica e Vânia sempre estiveram presentes e atuantes. A Comunidade Acadêmica contraiu uma dívida impagável com suas professoras.
Ao longo de muitos anos as corajosas mestras enfrentaram a estrada esburacada e traiçoeira para trazer ao Sertão as suas mensagens de educadoras. Infinitas vezes a morte as espreitou a cada curva da Estrada no Algodão. Quis o destino que a fatalidade as surpreendesse nas imediações de Quixadá. Quixadá que durante tanto tempo fora a preocupação principal de suas vidas profissionais! Quixadá que lhes deve a inequívoca contribuição para a elevação do nível intelectual e a preparação adequada de inúmeros professores para o exercício de suas profissões. Quixadá que lhes deve, acima de tudo, a elevação do nível da consciência crítica da juventude universitária.
As comemorações dos quinze anos de lutas e de resiliência da gloriosa FECLESC tiveram seu brilho empanado, enlutadas que foram pela perda irreparável dessas educadoras pioneiras. Seus exemplos e suas histórias serão, no entanto, o farol para o enfrentamento de novos desafios e o nutriente para novas lutas e novas conquistas. O sangue das mestras, derramado nas estradas do Sertão, será a seiva que fortalecerá todos aqueles que abrem caminhos, acreditam e defendem com entusiasmo a causa sagrada da educação.

Ex-diretor da FECLESC/UECE

domingo, 17 de maio de 2020

A Câmara Municipal e a História do Ensino Superior em Quixadá



(Segundo artigo da série 47 anos da Faculdade de Quixadá)

Prof. FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES[1]

A Câmara Municipal de Quixadá, talvez, muitos não saibam, foi a principal protagonista no movimento pioneiro pela instalação de uma faculdade em Quixadá, liderado pelo Prof. Luiz Oswaldo de Souza Sant’iago, ex-secretário de Educação do município e primeiro diretor da FECLESC[2], movimento que aconteceu no início dos anos da década de 1970. Este protagonismo ocorreu quando ao ouvir a voz do povo, discutiu e aprovou uma lei municipal, criando FACULDADE DE FILOSOFIA DE QUIXADÁ – FAFIQUI, (10/05/1973), instituição que deu origem à atual FECLESC.
 Três anos depois, foi palco de uma nova discussão sobre a natureza jurídica da faculdade, dessa discussão resultou a lei, sancionada pelo prefeito Aziz Baquit, criando uma fundação, a FUNESC – Fundação Educacional do Sertão Central. Na mesma lei, a Câmara Municipal modificou o nome da FAFIQUI, que passou a se chamar, Faculdade João XXIII. Isso se deu em 1976.
 A FUNESC albergou todo o movimento em torno da faculdade, resultando daí a construção do prédio, aquisição do mobiliário e do primeiro acervo da biblioteca. Tudo sob a liderança do prof. Luiz Oswaldo e com apoio da Câmara e da comunidade.
Como se vê, a criação da faculdade por lei municipal, coroa o movimento popular pró-faculdade e passa a ser o fato gerador de toda a história do Ensino Superior em Quixadá, e, consequente mente, certidão de nascimento da nossa hoje FECLESC. Foi a partir deste fato, que foi possível a incorporação dessas entidades, FUNESC e Faculdade João XXIII, pela UECE em 1983. A amplitude deste ato legal, foi de tal forma que hoje, em Quixadá, temos, além da FECLESC, outras IES, como UFC, o Instituto Federal, Centro Universitário Católica de Quixadá, a Faculdade Cisne e talvez outras mais, que nós não temos conhecimento.
Se hoje Quixadá é o terceiro centro universitária do interior do Ceará, perdendo apenas para Sobral e Crato/Juazeiro, que tem respectivamente a UVA e a URCA, foi graças à iniciativa do Poder Legislativo Municipal, que criou a Faculdade de Filosofia de Quixadá, a pioneira na região do Sertão Central e berço da FECLESC.
Anos depois, Câmara Municipal de Quixadá, foi também protagonista no Movimento Pró Residência Universitária da FECLESC, do qual este missivista foi idealizador, com um grupo de alunos da FECLESC. Sou testemunha, como diretor da FECLESC à época, que a doação do terreno pela prefeitura para construção da Residência Universitária, a primeira da UECE, teve o apoio unânime dos senhores vereadores, no momento de aprovação da doação, feita pelo então prefeito Francisco Martins de Mesquita.
Quando a FECLESC comemorou 20 anos, em 2003[3], a Câmara Municipal fez uma justa homenagem, criando uma comenda que foi concedida a muitos professores da FECLESC. Com aquela solenidade, a Câmara Municipal de Quixadá estava reafirmando o seu compromisso com este movimento vitorioso da qual foi protagonista em 1973, ao mesmo tempo que reconhecia vários personagens que, como ela, fizeram parte desta história.
Todos os movimentos e lutas da FECLESC, nos 15 anos que estive naquela unidade como professor, vice-diretor e diretor, tiveram o apoio da Câmara Municipal de Quixadá. Exemplo disso foi a luta pelo reconhecimento dos cursos, na qual a escritora Raquel de Queiroz teve papel fundamental, em Brasília, junto ao Conselho Federal de Educação, hoje Conselho Nacional de Educação, como também na luta por novos vestibulares, por novos cursos, por concurso para professores, dentre outros. Isso devemos reconhecer.
Outra demonstração de apoio institucional da Câmara Municipal de Quixadá à interiorização do ensino superior em sua cidade, foram os diversos títulos de cidadãos quixadaenses, dados a representantes da FECLESC e da UECE, tais como, ao Reitor Paulo de Melos Jorge Filho, PAULO PETROLA, ao Prof. Gilberto Telmo Siney Marques, a este ex-diretor e a ouros colegas de nossa universidade. Nós não fomos, individualmente, laureados, mas o fomos com a instituição e a causa da educação superior, que representamos.
Neste mês de maio de 2020, completam-se 47 anos da criação de nossa pioneira, Faculdade de Filosofia de Quixadá, portanto 47 anos do primeiro ato oficial, legal, gerador de toda esta caminhada vitoriosa. E, quem deu o pontapé inicial, concedendo uma base legal e sólida, para que tudo isso pudesse se viabilizar, foi, sem dúvidas, a colenda Câmara Municipal de Quixadá. A data de 12 de maio de 1973, merece comemoração, por todos os que fazem parte deste processo histórico, e a atenção dos pesquisadores da História da Educação de Quixadá, do Sertão Central e, particularmente, da história da FECLESC.



[1] Ex-diretor da FECLESC e do CREDE 12, autor do livro: O PROCESSO DE INTERIORIZAÇÃO DA FECLESC NO SERTÃO CENTRAL.
[2] Coincidente mente, Luiz Oswaldo é o atual diretor da FECLESC, com mandato até setembro de 2020, podendo ser reeleito.
[3] Para os defensores da data de 1973, como sendo o nascimento da faculdade, em 2003 a FECLESC completou, na verdade 30 anos e não 20 anos.

domingo, 10 de maio de 2020

Por uma nova data natalícia para a FECLESC: 10 de maio de 1973



Prof. Francisco Artur Pinheiro Alves[1]
Este ano a FECLESC comemorou, oficialmente, 37 anos. O fato foi noticiado pelo site da UECE, não houve festa por conta da pandemia do Covid19. Nós, na UECE e na FECLESC, temos como referência para o aniversário da FECLESC, a data de encampação da Faculdade João XXIII, pela UECE em 1983. É natural que seja assim, pelo que temos conhecimento, a UECE nunca foi provocada por qualquer pessoa, movimento, grupo ou instituição a mudar esta data. Mas a história nos mostra que outras opções de data. Cometemos, até aqui, um grande equívoco, do ponto de vista histórico. Falo na primeira pessoa do plural, por que me incluo dentre os que realizaram estas comemorações, até hoje, com base no ano de 1983. Mas, relendo o capítulo III de meu livro sobre a Interiorização da UECE, no Sertão Central[2], mudamos de opinião e fazemos saber a todos envolvidos direta ou indiretamente neste processo, abrindo assim um debate saudável sobre o aniversário da FECLESC.
Quando a UECE assumiu a, hoje, FECLESC, já existia uma faculdade, que tinha uma história, por sinal muito bonita, promovida pela comunidade local sob a liderança do Prof. Luiz Oswaldo Santiago de Sousa, então Secretário municipal de Educação de Quixadá, pelo então Prefeito municipal, Aziz Baquit, pelos vereadores da Câmara Municipal de Quixadá, por educadores, trabalhadores, por outras lideranças locais e pelo bispo diocesano Dom Rufino Rego. Tinha igualmente, um patrimônio, material, mobiliário e imobiliário, um acervo bibliográfico e sobretudo um patrimônio imaterial, composto de sua luta e sua história, desde 1973. Tudo isso foi incorporado pela UECE, não foi só o prédio da faculdade.
A história da faculdade tem três marcos oficiais. O primeiro e desencadeador de todo o processo, é a aprovação de uma lei municipal criando a Faculdade de Filosofia de Quixadá, pela Câmara Municipal, a pioneira, sancionada pelo prefeito Municipal, Aziz Baquit, em 10 de maio de 1973. O segundo marco ocorre em 1976, quando a Câmara Municipal, através de uma segunda lei, cria uma mantenedora para a faculdade, denominando-a de Fundação Educacional do Sertão Central, FUNESC e, também, modifica o nome da faculdade que passa a se chamar, Faculdade de Filosofia João XXIII. O que levou a Câmara Municipal aprovar a nova lei, foi o fato de o município não ter recursos suficientes para bancar uma faculdade, pois a sua competência e responsabilidade era o Ensino de Primeiro Grau (lei 5692/71). O terceiro marco surge com a encampação da faculdade pela UECE, após as lideranças políticas locais, articularem este processo com o governo do Estado, em 1982, o que veio a efetivar-se  em 1983.  
Portanto são três datas importantes na história da FECLESC: 1973, 1976 e 1983. Qual das três datas poderíamos chamar de Certidão de Nascimento da faculdade? Não temos dúvida de que é a primeira, a data em que o processo foi formalmente legalizado pelo município de Quixadá, com a aprovação da lei de criação da Faculdade de Filosofia de Quixadá, a pioneira, pela emérita Câmara Municipal em 10 de maio de 1973.[3]
Se nós não reconhecermos esta data como marco inicial da criação da FECLESC e por, tanto a data de seu nascimento como instituição de ensino superior, em Quixadá, estamos negando a história. Como ex-professor de História da FECLESC, seu ex-diretor, estudioso de sua história, autor de livro sobre a faculdade, não poderíamos deixar de abrir este debate, questionando, com argumentos históricos, a data de fundação atualmente comemorada pela FECLESC.
Neste sentido, proponho que este debate seja levado às instâncias de direito, na FECLESC e na UECE e que após analisado, e amplamente debatido se chegue a uma nova deliberação, que esperamos ser a da aceitação de nossa proposição.
O certo é que, se já tivéssemos considerado a data do aniversário da FECLESC, como sendo a data da primeira lei aprovada pela Câmara Municipal de Quixadá, hoje, dia 10 de maio de 2020, estaríamos comemorando os 47 anos da FECLESC.
Espero que este breve artigo, seja uma contribuição para alavancar um saudável profícuo debate sobre o nascimento da primeira instituição de ensino superior de Quixadá e do Sertão Central, e em breve possamos retificar este, que para nós, é erro histórico.


[1] Prof. Aposentado dos Cursos de História da FECLESC e da UECE e ex-diretor da FECLESC, gestão: 1992-1996.
[2] Alves, Francisco Artur Pinheiro, O PROCESSO DE INTERIORIZAÇÃO DA UECE NO SERTÃO CENTRAL, Fortaleza, EdUECE, 2007.
[3] Como exemplo de IES criadas pelo município e depois estadualizada, mas mantendo a data de sua fundação, citamos a UECA e a FECLI. A UVA, que foi criada por lei municipal em 1968, com o nome de Universidade Vale do Acaraú, depois foi incorporada pelo estado, passando a ser Universidade Estadual Vale do Acaraú – UEVA, mas mantém a data de fundação pela Câmara Municipal. A FECLI – Faculdade de Educação de Iguatu, que foi criada por lei municipal em 1979 e depois da encampação pela UECE, no mesmo processo que a faculdade de Quixadá, manteve a data de fundação.


quarta-feira, 6 de maio de 2020

JOAQUIM BONEQUEIRO


Prof. Dr. José Hélder Pinheiro Alves - UFCG PB






                Lembro-me de ter assistido seus bonecos apenas uma vez.  Foi à noite, na sala da casa de um tio. Colocava a empanada – uma espécie de lençol, num canto da parede. Duas lamparinas alumiavam a sala. E nós, meninos, sentávamos no chão enquanto os adultos ficavam em cadeiras ou pelos cantos, pelas janelas...  Seu Joaquim era um homem já viajado. Não era um velho propriamente. Tinha uma voz grossa – hoje diria grave. Muito grave. E uma risada estranha. Andava de sítio em sítio botando boneco. Viajava num animal, não sei mais se burro ou jumento. Uma noite no Pesqueiro, outra nos Alves, outra na Carqueija, outra no Cajuás... Eu sonhei acompanhá-lo por todos esses lugares.
Conduzia os bonecos, confeccionados por ele próprio, numa mala. Ah, essa mala era um mistério. Ele não deixava ninguém abrir, ninguém podia ver os bonecos a não ser à noite, na hora do espetáculo. Nem podíamos entrar na empanada. E quando começava a apresentação era uma alegria. Os bonecos de madeira iam surgindo um a um, com estórias as mais diversas. Nunca esqueci do Casimiro Coco, o valentão. Tinha um bordão: Sou Casimiro Coco/ Da terra do coco/ namoro comigo é pouco. E a cobra? A cobra vinha do canto da parede, sorrateira, para pegar um ou outro personagem, normalmente uma mocinha frágil. Gritávamos avisando, mas a personagem não entendia... Sim, era tudo permeado de interação. Havia uma vitalina procurando casamento.  Qual não foi minha emoção e o riso geral na sala quando ela perguntou: - O Hélder tai? Tinha também as brigas. Os bonecos eram de madeira, portanto, o pau comia e era muito divertido. Quando terminava, corríamos para a empanada, mas a mala já estava fechada.
Pela vida afora, sempre que sei de uma apresentação de bonecos – são tantos nomes: mamolengos, babão, etc. – dou meu jeito de assistir. Seu Joaquim me proporcionou uma experiência estética, hoje sei, das mais marcantes. Talvez daí tenha nascido meu gosto pelo teatro, pelas encenações, que na juventude, em Fortaleza, pude, com a ajuda do Thindé,  desenvolver um pouco, enfrentando  minha timidez. Mas este já é outro assunto.
Soube, anos depois, que ele tinha morrido. Para onde foram seus bonecos? Quem voltou a animá-los? Que aprendizes seguiram seus passos? Não sei. Mas sei que sua imagem, sua voz poderosa nunca deixou de me acompanhar.
 Campina Grande PB 2016

segunda-feira, 30 de março de 2020

Nosso próximo livro: CISMA NA IGREJA CATÓLICA NO BRASIL NA DÉCADA DE 1940: O bispo de Maura e a fundação da Igreja Brasileira

Trata-se de uma pesquisa que estamos realizando a cerca de 20 anos, e agora reunimos em um compêndio. Abordamos desde a chamada Romanização da Igreja no Brasil, passamos pelo avanço doa Nazifacismo no Brasil, duramente criticada por Dom Carlos Duarte Costa  e a influência destes movimentos na Igreja nos anos 40.
Especificamente sobre Dom Carlos Duarte Costa, fazemos um breve biografia de seu nascimento à morte, com ênfase no período em que foi excomungado e registrou, como bispo, a Igreja Católica e Apostólica Brasileira.
Sobre a Igreja Brasileira, trazemos os seus fundamentos e suas características como igreja Nacional, com destaque para a missa que passou a ser celebrada em português, enquanto a Igreja Católica celebrava em latim e a permissão dos padres serem casados.
Para conseguir publicar este livro abri uma VAKINHA NA INTERNET, no seguinte endereço:
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/publicar-livro-sobre-o-bispo-de-maura .
Quem contribuir receberá um livro para cada quota mínima depositada. Mais informações no ZAP 85 988530277.

Livro: LIVRO PADRE BERNARDO BOURASSA - Pastor, Educador e Benfeitor

Neste livro o autor uma retrospectiva da vida e da obra do Padre Jesuíta, canadense, Bernardo Bourassa, que chegou em Capistrano em 1969 e permaneceu por 29 anos. Desempenhou um papel fundamental  na educação, na organização paroquial, na saúde, na expansão do espaço urbano, liberando terras da Igreja para construção de casas e de prédios públicos e principalmente, na reserva de água potável de chuva para os moradores da cidade, construindo reservatórios que somados acumulam cerca de 3.5 milhões de M3 de água.
Para chegar à redação final do livro o autor ouviu dezenas de pessoas de Capistrano-CE, canadenses contemporâneos de Padre Bernardo e que o conheceram, padres jesuítas, o bispo da diocese de Quixadá, Dom Adélio Tomasin; analisou documentos, fotografias, realizou pesquisas na internet, fez pesquisa bibliográfica, construindo uma base de dados bem documentada e confiável. Além do texto o autor incluiu vários depoimentos de pessoas que conheceram Pe. Bernardo, dando testemunho de sua vida e de seu compromisso com a Igreja, Com a sua paróquia e sobretudo com a cidade de Capistrano que adotou como se fosse sua terra natal. O livro tem prefácio do professor titular do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Ceará, André Haguette.
O livro pode ser adquirido direto do autor, se for para o ceará, pelo valor de R$ 25,00 e para outro estado, por R$ 30,00, para outros países U$ 15,00.
Editora BAGAGEM, Nº de páginas 176.
Autor: FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES