sexta-feira, 8 de março de 2013

SALVE O DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Hoje é o dia internacional da mulher, 8 de março. A mulher continua a sua trajetória no mundo, lutas, vitórias e principalmente a disposição de continuar presente na sociedade. Nossa homenagem a todas as mulheres e para simbolizar este carinho queremos registrá-lo lembrando de três mulheres especiais, pela ordem de nascimento: Minha mãe Lourdenise, minha mulher, Iraneuda Fernandes e minha filha Isabella. Um grande beijo, parabéns pelo vosso diae que Deus vos abençõe e a todas as mulheres.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

RENÚNCIA DO PAPA BENTO XVI

Estava eu no sertão do Quixeramobim, sol escaldante, sem nenhuma folha verde nos arredores da casa, longe de tudo e de todos. Pedi então para ver o Jornal Hoje, da rede Globo, queria saber como estava o carnaval no Brasil à fora. Qual foi a minha surpresa, a renúncia do papa Bento XVI. Eu que acompanho um pouco de longe a trajetória do papa, pela imprensa e por ser católico, fiquei emocionado, estava testemunhando um "fato histórico". Mas fico com a mesma sensação de que tive naquele momento, o Papa foi humilde, humano, reconheceu sua fragilidade física, sua condição de idoso, para continuar gerenciando espiritual e temporalmente, uma instituição com a complexidade da Igreja Católica. Pelo seu bem, terminar a vida em paz, com o dever cumprido e pelo bem de sua Igreja, que merece um gestor, um líder mais novo, o papa renunciou. Foi um grande gesto, foi um ato de renúncia ao poder, ao glamour, foi digno de um grande homem. Apóio o papa em seu gesto. Ele agora vai pra clausura, estudar, pensar, escrever, rezar, viver como um mistico, nos últimos dias de sua vida. Uma aposentadoria, papa também pode se aposentar. Todos aprendemos com este gesto. Só o ato dele fez mobilizar a Igreja. Mesmo no carnaval brasileiro, onde todos estão na folia, houve muitos debates, muitas entrevistas, muitas reportagens, muitas análises. Isto tudo é bom. Espero que o novo papa, reveja a questão da obrigatoriedade do celibato, isto deve acabar na Igreja, pois não é bíblico, como disseram: Pe. Feijó, Dom Carlos Duarte Costa, (bispo de Maura) e mais recentemente Dom Clemente Isnard, e outros, todos baseados na bíblia, mais precisamente nas cartas de São Paulo a Tito e a Timóteo: " o bispo tem que ser casado com uma só mulher". Vamos ver quem será o escolhido. P. S. Fiquei intrigado por que o Brasil, um país de maioria católica, ter só 5 votos no conclave que elegerá o próximo papa, enquanto os E.U.A. país com minoria católica terem 13 votos. Escrito dois dias após o anúncio da renúncia do papa.

PROPOSTA PARA REGULARIZAR O ANO LETIVO DE FORTALEZA

A polêmica em torno do ano letivo de Fortaleza, requer de nós cidadãos, educadores e agentes políticos, uma reflexão e contribuição, cada um na sua área de competência. Uma coisa é certa, o secretário está certo em procurar uma fórmula para organizar o calendário escolar do município de Fortaleza, que estava uma bagunça e como tal refletindo no aprendizado das crianças. Com certeza o fato de Fortaleza ter ficado nas últimas colocações do SPAECEALFA, se não poder se debitado totalmente a este problema, com certeza, foi um dos problemas que contribuíram para tal desempenho negativo. A decisão da secretaria foi tomada em comum acordo com as entidades que compõem o círculo de interlocução da Secretaria de Educação, com a certeza de que, como dizia a propaganda eleitoral do cearense Tiririca, hoje deputado federal, “pior não fica”. Em relação à polêmica do cumprimento dos 200 dias letivos com 800 horas, há como corrigir, sem fugir , um milímetro da decisão principal, que é o inicio do ano letivo de 2013 de forma unificada. Esta é a proposta que vou apresentar, retirada da própria decisão. Para melhor compreensão, devo fazer algumas considerações: 1. Aos legalistas, que procuraram uma falha na proposta, devemos dizer que tanto devem ser cumpridos os 200 dias, como as 800 horas. Na primeira reunião que o secretário fez com os professores, segundo relato da imprensa local, a sua preocupação foi com os dois, os 200 dias, sim mas com as 800 horas. E para cumprir as 800 horas, é necessário que a haja 4 horas diárias de aula, pontualmente. Se perdermos 20 minutos ou meia hora por dia, ao cumprirmos os 200 dias não teremos as 800 horas, e nisso ninguém falou, só o secretário. 2. Se a questão é cumprir a lei, a Secretaria, pode encerrar as avaliações dos alunos até 28 de fevereiro, promovê-los, mesmo sem cumprir os 200 dias. Em relação à promoção a LDB é flexível, existe inúmeros exemplos de promoção antes do tempo normal de aula e antes da conclusão do ciclo, seja do ciclo fundamental, seja do ciclo médio. Como exemplo são os jovens que passam no vestibular no segundo ano do Ensino Médio e o Conselho de Educação autoriza ingresso na universidade sem concluir do ciclo. Portanto estes alunos não tiveram 600 dias e muito menos as 2.400 horas, que a lei determina para o ensino médio regular presencial em três anos. 3. Os duzentos dias, são dias de 4 horas diárias, se a Secretaria de Educação vai oferecer 7 horas diárias para os alunos cujo calendário não foi cumprido, é só computar estas 3 horas para o ano letivo de 2012 e somente as 4 horas para o ano letivo de 2013. Ficaria assim: os alunos são promovidos com antecedência, ou seja até 28 de fevereiro, o ano letivo de 2013, se inicia na data prevista para março, e ao iniciar o ano letivo de 2013, os alunos do turno da manhã terão aulas no turno regular, referentes a 2013 e no turno da tarde, farão atividades educativas culturais, aprofundamento de estudos, mas a carga horária destes período, será computada para concluir os 200 dias letivos e as 800 horas de 2012, do mesmo modo ocorrerá com os alunos da tarde. Se o problema é cumprir a lei, tem como fazê-lo, com gestão, com responsabilidade, mas sem abrir mão de organizar minimamente o currículo escolar. Assim a Secretaria de Educação de Fortaleza estará cumprindo a lei, dando satisfação à sociedade e exercendo o seu papel de gestora do ensino no município de Fortaleza. Quem ganha com isso: todos nós. Novamente plagiando a propaganda vitoriosa do Tiririca, pior do que está, não pode ficar e certamente não vai ficar. Prof. Dr. Francisco Artur Pinheiro Alves Ex-presidente da UNDIME-Ce (2001 a 2004) - Coordenador do Curso de História da UECE

domingo, 4 de novembro de 2012

CONTRA O CELIBATO OBRIGATÓRIO - publicado originalmente no Jornal Rumos

Sabe-se que a obrigatoriedade do celibato não remonta à fundação da Igreja por Jesus. O próprio Pedro tido como primeiro bispo da Igreja Romana, era casado, pois o Evangelho narra a cura de sua sogra por Jesus (Lc 4.38). Ora se Pedro tinha uma sogra, era por ser casado. Jesus não impôs o celibato para os apóstolos, se o fizesse estava contrariando uma tradição no judaísmo onde os sacerdotes eram casados. João Batista era filho de um sacerdote, Zacarias, que era casado com Isabel (Lc.1.5). Por outro lado, São Paulo na Carta a Tito, recomenda que o bispo deve ser casado com uma só mulher, não ser chegado ao vinho e ter bons filhos (Tt.1:6). Portanto não há justificativa bíblica nem para a manutenção da obrigatoriedade do celibato. Na História da Igreja no Brasil registram-se, pelo menos, dois importantes momentos de luta contra o celibato: Um liderado pelo Padre Diogo Antonio Feijó em 1828, quando proferiu, na Câmara dos Deputados, importante discurso condenando o celibato obrigatório e provando que o mesmo nãoera bíblico e sim anti-natural. Feijó, como se sabe tinha mulher e filhos, a Igreja Católica tolerava esta situação, por força do Beneplácito e Padroado, sistema incluso na Constituição de 1824 que permitia a indicação de cargos eclesiásticos pelo Imperador. O outro momento foi na década de 1940 quando o bispo Dom Carlos Duarte Costa, ex-bispo de Botucatu, SP e bispo titular de Maura (Mauritânia) à época, defendeu a extinção do celibato obrigatório na Igreja, dentre outras mudanças. As divergências entre o prelado e o Papa Pio XII culminou com a sua excomunhão. Indiferente ao ato papal, dom Carlos fundou a Igreja Católica Apostólica Brasileira - ICAB, tendo sido eleito bispo do Rio de Janeiro e presidente da mesma. Na Igreja por ele fundada o celibato não é obrigatório. Mais recentemente uma outra autoridade da Igreja no Brasil se manifestou contra o Celibato obrigatório e pela ordenação de mulheres, foi dom Clemente Isnard, bispo emérito de Nova Friburgo- RJ. Em seu livro: Reflexões de um Bispo Sobre as Instituições Eclesiásticas Eclesiásticas Atuais, ele diz textualmente: "A Igreja faz atualmente um esforço tão grande para abrir e manter seminários com resultados por vezes decepcionantes. Por que tantos seminaristas deixam o seminário antes da ordenação? Não poucos por causa do celibato". O celibato deveria ser opcional e não obrigatório. A maior mudança que a Igreja Católica poderia fazer, neste momento, seria abolir a obrigatoriedade do celibato. A convivência entre padres casados e celibatários, seria uma riqueza para a igreja e a revitalizaria. Os padres casados levariam seus filhos suas famílias para a Igreja, haveria uma integração maior entre família e igreja e isso a fortaleceria. O IBGE está fazendo previsão de que a partir da década de 30 deste século, o Brasil deixará de ser um país de maioria católica, passando os evangélicos a serem maioria. Uma das inúmeras explicações do avanço do número de evangélicos é, na minha modesta opinião, o fato do presbítero, o pastor, ser casado e levar consigo toda a sua família para a igreja. A família participa naturalmente, do dia da igreja. O presbítero, sendo casado, conhece os problemas da família e do matrimonio e a partir de sua vivência, orienta os seus fiéis. Não se trata de abolir o celibato, mas de deixá-lo opcional. Aqueles que tiverem vocação para a ordem, sendo casados ou solteiros puderem realizar-se como discípulos de Cristo, como Ele o fez com os seus apóstolos. Oxalá que a Igreja um dia se sensibilize com esta causa. Francisco Artur Pinheiro Alves Professor do curso de História da Universidade Estadual do Ceará e doutor em Educação pela Universid Autónoma de Asunción - Py. Fonte: http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/10/Jornal-Rumos-227.pdf Acessado em 04/11/2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

DERROTA DO PT EM FORTALEZA

A derrota do PT em Fortaleza, paradoxalmente, se deu pela ação da mesma personagem responsável pela sua ascenção ao poder na cidade, a prefeita Luiziane Lins. A prefeita que foi ousada em 2004 colocando sua candidatura contra tudo e contra todos e tendo um sucesso inesperado, tentou a mesma fórmula em 2012, mas o cenário era outro e ela não percebeu. Tivesse o PT indicado o deputado Federal Artur Bruno para ser o candidato, com certeza não teria amargado a derrota. Primeiro porque Bruno poderia ter e com certeza teria o apoio do PSB de CID Gomes, evitando de cara a disputa contra o aliado de então. Mas a prefeita "bateu o pé", impôs um candidato, que ela mesmo preconizou com a alcunha de "um poste" e se deu mal. Podem ser relacionados diversos outras causas da derrota do PT, inclusive de que houve compra de votos e outras acusações, mas na raiz do problema está a decisão, ao meu ver equivocada do partido, sob a direção da prefeita de eleger uma pessoa desconhecida para prefeito. Fica a reflexão, para ela e para seu partido e para as lideranças políticas em geral: uma decisão errada pode prejudicar o partido no curso de sua trajetória rumo ao poder. Deve-se pensar, ponderar e sobretudo realizar um diálogo franco dentro da legenda para que a vitória ou a derrota seja de todos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Trabalho em grupo: No Ceará, o governo do Estado e as prefeituras superaram as diferenças políticas e aprenderam a trabalhar em conjunto para melhorar as escolas municipais. O resultado é uma lição pura o Brasil Camila Guimarães - REVISTA ÉOPOCA 22/10/2012

A cearense Mayra Alves da Silva é uma garota de 14 anos apaixonada por livros. Lê dois títulos por mês. Diz que seu preferido é Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Duas vezes por semana, fora do horário de aula, ela vai à biblioteca da escola ler para turmas de crianças mais novas. “A leitura mudou minha vida”, diz. Filha de agricultores e aluna da rede municipal de Horizonte, interior do Estado, frequenta um clube de leitura promovido pela escola, situada no distrito de Queimadas, região mais pobre do município. “Antes do clube, não tinha interesse por nada relacionado à escola. Agora consigo entender melhor o que vem escrito nas lições e minhas notas melhoraram.” O caso de Mayra e seus livros não é exceção em sua escola, nem em sua cidade e nem sequer em seu Estado. A ideia de que o domínio da leitura pelo aluno a partir dos 7 anos de idade é condição para que ele tenha sucesso em toda a sua trajetória escolar esta disseminada pelas 184 redes de ensino municipais do Ceará. Faz parte de uma política publica de cooperação entre Estado e municípios adotada pelo Leara, que comera a tei resultados concretos. Ü Ceará leve o maior avanço na qualidade da educação entre todos os Estados brasileiros nos últimos anos. O índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) cearense passou de 3,2, em 2005, para 4,9, em 2011. Apesar de ainda estar abaixo da média brasileira (5 pontos), o resultado de 2011 é o maior do Nordeste e equivalente ao de Estados mais ricos do Sul e do Sudeste, como Rio de Janeiro e Espírito Santo. O ponto de partida da virada no Ceará foi o Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic), adotado pela Secretaria Estadual de Educação como política pública em 2007.0 Paic estabeleceu como prioridade a alfabetização de todos os alunos das escolas públicas até os 7 anos de idade (2fi ano do ensino fundamental). O argumento é que, se a criança tem o domínio da leitura e da escrita até essa idade, ela terá mais chances de se sair bem em sua jornada escolar. Nenhuma revolução pedagógica até aqui. A questão da “idade certa” é até polêmica. Muitos especialistas discordam que a alfabetização deva ser feita nesse período. O que realmente fez diferença foi a parceria inédita entre Estado e municípios. “Trabalhar em cooperação cria condições mais igualitárias de oferta do ensino”, diz Sandra Zakia, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Há uma divisão territorial entre as redes municipais e estaduais em todo o Brasil. As cidades são as responsáveis pela educação do ensino fundamental, desde a alfabetização até o 9L> ano. Os Estados, pelo ensino médio e, em alguns casos, pelos últimos anos do fundamental. Para que a melhora da educação aconteça de forma generalizada - e não pontualmente, em um ou outro município -, é preciso que medidas e ações sejam tomadas em grupo, colaborativamente. Esse é um princípio previsto na Constituição. Na prática, raríssimo. O que acaba acontecendo é uma disputa entre Estados e municípios pelo repasse de verbas federais. É por isso que o Ceará é considerado pioneiro e pode servir de exemplo para o resto do país. Ao tornar a alfabetização uma prioridade do Estado, a Secretaria de Educação se colocou como corresponsável pelo aprendizado dos alunos das redes municipais. Com o cuidado de não se impor às prefeituras. “Somos seus parceiros, não seus superiores”, diz Maria Izolda de Arruda Coelho, secretária de Educação do Ceará. Todos os 184 municípios adotaram o regime de colaboração. Como articulador do programa, o Estado não só estabeleceu o objetivo comum para todas as escolas municipais, mas também determinou como chegar lá. O modelo de gestão do aprendizado nos primeiros anos escolares foi elaborado pela secretaria estadual, que também assumiu a produção e o financiamento do material didático e o treinamento dos professores, coordenadores e diretores locais. Cabe ainda ao Estado avaliar os resultados do programa. Ao final de cada ano letivo, o governo aplica uma prova a todos os alunos de 2a ano para medir suas habilidades em leitura e escrita. “A grande vantagem do programa é ser uma política pública clara, bem definida, concreta”, afirma Ocimar Alavarse, da Faculdade de Educação da USP. Para garantir a execução desse modelo de gestão em cada localidade, a secretaria estadual precisou se reestruturar. Criou um departamento para cuidar só do Paic. A Coordenado-ria de Cooperação dos Municípios é o nível mais alto da hierarquia da secretaria, depois do gabinete. Ela orquestra o trabalho de profissionais exclusivos do Paic dentro de cada coordenadoria regional (por sua vez, responsável por um grupo de prefeituras). Dentro dos municípios, o Estado paga e treina um grupo de funcionários da rede local para garantir a aplicação do programa na ponta: as escolas. Há reuniões periódicas entre essas equipes para corrigir falhas de execução. O esforço deu certo. Em 2004,39% dos alunos de 7 anos eram analfabetos. Um terço deles lia com dificuldade e sem compreensão total da mensagem do texto. Apenas 15% eram considerados leitores hábeis, capazes de compreender um texto. Em 2011, 66% das crianças estão na última categoria. Os números ruins da alfabetização no Ceará em 2004 estimularam o projeto-piloto do programa. Ele funcionou entre 2005 e 2006 em 56 municípios. Foi inspirado na experiência de Sobral, cidade do interior do Estado, que conseguira um avanço no aprendizado com as mesmas medidas adotadas posteriormente pelo Paic. Há um fator decisivo para o sucesso do Ceará: continuidade da política educacional. O mesmo grupo político comanda o Estado desde 2006. Mesmo assim, a adesão das prefeituras acontece independente dos partidos. Maria Izolda conta que, nas eleições municipais de 2008, houve um momento de apreensão. “Muitas prefeituras mudaram. Havia um receio de que o novo prefeito desfizesse o acordo firmado pelo anterior.” Não houve desistências. “De alguma forma se disseminou pelo Estado a ideia de que a educação tem importância estratégica que está acima da política”, afirma Maria de Salete Silva, coordenadora de Educação do Unicef no Brasil. O Unicef, assim como outras instituições e o governo federal, ajudou a elaborar e a montar o Paic. Há um incentivo extra: o governo do Ceará mudou o critério para o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Estado para os municípios. Agora, por lei, recebe mais dinheiro o município que apresentar as melhores taxas de alfabetização. O cuidado tomado pelo Estado para não favorecer um ou outro município é reconhecido pelos prefeitos. E o apoio na parte técnica é bem-vindo. “A ajuda para melhorar a capacidade de gestão dos diretores escolares foi fundamental para melhorar o resultado das escolas”, afirma Isaac Gomes da Silva Júnior, prefeito de Mauriti, a 491 quilômetros de Fortaleza. Ainda há muito a fazer no Ceará. Apesar da melhora, existem quase 10 mil crianças não alfabetizadas ou com alfabetização incompleta no Estado. A condição socioeconômica desses alunos é uma barreira para dar educação de qualidade de forma justa para todos. Esse obstáculo ainda não foi vencido, mas a estratégia para chegar lá parece estar correta.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

CONVITE FESTEJOS DE SÃO JOÃO BATISTA EM CARQUEJA MUNICÍPIO DE CAPISTRANO - CE

A comunidade de São João em Capistrano, convida a todos os amigos e amigas para as festividades alusivas ao novenário de São joão Batista que acontecem ca capela do mesmo santo, desde 1933. Esta tradição foi inicada por Pedro Alves da Silva eRaquel Alves da Silva e se mantem até hoje. O novenário se inicia dia 14 e termina dia 24 com missa solene. Durante o período acontecem caminhadas todas as mnhãs e diariamente as visitas ao Horto de São joão Batista, na serra em frente a Capela, uma iniciativa do ECOMUSEU RAIMUNDO ALVES DA SILVA que dispõe também, de uma pequena coleção de imagens impressas de São João Batista.
Por último solicitamos colaboração para a festa e para a construção da nova capela da comunidade, posta que a existente não comporta mais os fiéis. Para esta colaboração procurar o Prof. Pedro Jorge ou sua esposa Ana Maria no telefone 85 - 3326 1347 (quando estiverem lá) ou por este endereço elletrônico